Se eu tivesse o tempo necessário para arrumar ideias e passar tudo para papel, saía daqui um musical, Broadway style. Completo. Argumento, banda sonora, outfits e caracterização, danças e contradanças. Tudo. Porque é assim que tenho a alma, aos pulos; numa confusão de estilos e de amostras de sentimentos que me fazem lacrimejar e rir, no mesmo compasso, no ritmo desacertado de um coração que dizem albergar todas as sensações quando não é aí que as vivo ou sinto..
quarta-feira, 30 de junho de 2010
i'm ready, now.
Se eu tivesse o tempo necessário para arrumar ideias e passar tudo para papel, saía daqui um musical, Broadway style. Completo. Argumento, banda sonora, outfits e caracterização, danças e contradanças. Tudo. Porque é assim que tenho a alma, aos pulos; numa confusão de estilos e de amostras de sentimentos que me fazem lacrimejar e rir, no mesmo compasso, no ritmo desacertado de um coração que dizem albergar todas as sensações quando não é aí que as vivo ou sinto.esperei sempre que, sim.
terça-feira, 29 de junho de 2010
Pior que te perderes algures dentro de mim, é perderes-te de ti.
Despes-me com as palavras que guardas por detrás dos teus olhos. Não chego a perceber se as conheces bem ou se as afastas por um medo antigo qualquer, mas não preciso de ouvir a tua boca para sentir. Dela, emanas os seus ecos frágeis e brilhos infinitos, num rasto húmido, num toque de mãos demoradas, que deixam velas acesas pelo corpo quando te vais. Mas não me toca mais.
AGORA, só espero
que a música nunca me abandone. Que as imagens fervilhem cores, nunca vistas, e guardem cheiros. Que dancem com ela. Que levitem sentimentos à flor da pele, sem nunca os questionar ou deixar cair. Que gestos e silêncios consigam falar alto. Que os dias pareçam pequenos e as noites frágeis. Que as mãos tenham carícias e força para lutar. Que ecoem sorrisos e se recordem algumas lágrimas.
Que se aprenda sempre e ensine algo.
Que acabe de repente, sem estar à espera.
Quando tiver de ser.
Quando o destino chamar.
AGORA, só espero
que a música nunca me abandone. Que as imagens fervilhem cores, nunca vistas, e guardem cheiros. Que dancem com ela. Que levitem sentimentos à flor da pele, sem nunca os questionar ou deixar cair. Que gestos e silêncios consigam falar alto. Que os dias pareçam pequenos e as noites frágeis. Que as mãos tenham carícias e força para lutar. Que ecoem sorrisos e se recordem algumas lágrimas.
Que se aprenda sempre e ensine algo.
Que acabe de repente, sem estar à espera.
Quando tiver de ser.
Quando o destino chamar.
sexta-feira, 25 de junho de 2010
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Quando te fores embora, não faças barulho.
Se fosse só ela a mandar, faria com que a cor de ouro estivesse permanentemente sobre o azul, que todo o côncavo tivesse o seu convexo, que não acontecesse nenhuma despedida sem chegada, que a palavra, o gesto e o olhar se comportassem como gémeos inseparáveis, isto é, que em todas as circunstâncias dissessem o mesmo.Reciclagem
Significa deitar maõs à obra, olhar para cada coisa, pegar-lhe com cuidado e atribuir-lhe, primeiro, uma importância e, depois, uma gaveta. Como um sotão que se arruma mantendo intactas todas as peças e, até, alguma poeira que o tempo acumulou. Ninguém deve limpar o chão de um sotão antigo com baldes de lixívia e uma escova dura. Separa-se o que não interessa ou já não tem utilidade e deita-se o lixo no lixo. É exactamente isso que deviamos fazer com o nosso passado. Separar o que nao interessa, arrumar muito bem nas gavetas os pequenos e grandes tesouros e deitar o lixo no lixo.
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