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Os olhares falam as palavras que a boca não pronuncia, talvez esse seja afinal o nosso sentido mais apurado.

terça-feira, 30 de março de 2010

multiracial


"Todo o conceito que o homem não modifica com a sua evolução, torna-se num preconceito, e os preconceitos acorrentam as almas à pedra da inércia mental e espiritual."

No dia em que inventarem uma barbie gordinha, não haverá mais preconceito no mundo das bonecas.

empire state of mind.

É, às vezes gostava que as nossas vidas se cruzassem mais .

Substitui-te sempre a ti - próprio. Tu não és bastante para ti. Sê sempre
imprevenido por ti - próprio. Acontece-te perante ti - próprio. Que as tuas
sensações sejam meros acasos, aventuras que te acontecem. Deves ser um
universo sem leis para poderes ser superior, e nunca te esqueças que a realidade da vida, é a sensação.

spirit.


All I ever wanted was a single thing worth fighting for.

domingo, 28 de março de 2010

diverte-te por mim gárôtá.

O que tu não sabes é onde acaba o mar e começa o horizonte.
And now, I know to define what is shine.
Encontramo-nos ao pôr-do-sol.

sábado, 27 de março de 2010

say i am.

- Estás a pensar em quê?
- Em nada!
- Em nada?! Como assim, em nada?
- Sim em nada, não posso pensar em nada? No vazio... Em nada, pronto.
- Não! Claro que não! Tens que estar a pensar nalguma coisa, não queres é dizer...
- Já te disse que não estava a pensar em nada, quantas vezes é preciso dizer?
- Detesto mentiras!...
- Olha agora... Mas eu não estou a mentir, não estava mesmo a pensar em nada... Vais dizer-me que nunca pensas-te em nada?
- Não! Isso é impossível, não me venhas com histórias que isso não pega.
- ...
- ...
- Experimenta um dia... Vais ver que dá jeito muito jeito! Principalmente naqueles dias em que não consegues tirar alguma coisa da cabeça.

return

“Se se entende por eternidade não uma duração temporal infinita, mas a intemporalidade, então quem vive no presente vive eternamente.”

contrastes.

“Faço aqui a distinção entre indefinido e infinito. E nada há que eu denomine propriamente infinito senão aquilo em que em todas as partes não encontro limites. Mas as coisas em que somente sob alguma consideração não vejo fim, como a extensão dos espaços imaginários, a multidão dos números, o êxtase de sentimentos [...], chamo-as indefinidas e não infinitas, porque em todas as partes elas não são sem fim nem sem limites.”
Descartes