Mas mais que a vontade da pele a reinvindicar o toque, como quem chama e instiga o outro, quero a palavra.
Quero-a porque dá-la a alguém é jurar-lhe que o tempo não engole a promessa.
É a única forma de dar mais todos os dias, quando se crê já se ter oferecido tudo. Quase como quem explora evasivamente uma mina para lhe extrair o melhor em bruto.
E sem subterfúgios, admitir que exijam o mesmo. Nem mais nem menos. Apenas na medida em que o apoio em bicos de pés seja a solução, porque de todas, é a única que dá o que começa a fugir de alcance.
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