Esforças-te tanto para o fazer, que nisso estás de parabéns - sei o quão difícil te é ocultar o conhecimento da razão.
Tentei que distinguisses integralmente um antónimo de um campo lexical, o admitisses que o conseguirias fazer.
Perdi, quando achei que te tinha levado a bom porto.
Também erraste.
Erras sempre que confundes atracção física com sentimentos.
Não são a mesma coisa. Não.
(Sei que te desiludiste.)
A atracção física não cabe nos sentimentos, mas o sentimentos, esses, por sua vez, encaixam-lhe na perfeição.
Não é um beco sem saída, ainda tens um caminho de volta ao ínicio da rua.
Basta seres o teu avesso.
Não voltes a pensar o que te dá prazer te leva a gostar desmesuradamente das "coisas", gostas das ocasiões, aprendamos a diferenciar.
Concordas agora?!
Mas depois, quando chegares ao tão crítico recomeçar, segue a rota que te ensinei; tu sabes que a aprendeste.
Pega num pedaço de papel, e risca, risca muito. Risca até traçares tudo aquilo que te disse que fingiste não ouvir.
Torna desculpável essa tua selectividade auditiva.
E põe-te a caminho.
Pronto. É fácil. Vês?
Estás na direcção correcta.
Agora?
Agora só tens que fazer o que de melhor sabes; ignorar que existem outras opções, e seguir.
Tu consegues. Sabes porquê?
Da mesma forma que saíste de uma estrada sem retorno, também consegues manter-te numa que acaba com esse teu defeito desenfreadamente irracional que te mata por dentro.
E vive o presente, não projectes demasiado o futuro, senão, não viverás noutro tempo, que não o teu passado.
E se sentires algum vazio nessa caminhada, preenche-o com chocolate, estimula a endorfina, coisa que poucos homens conseguem fazer; E sabes que mais? É bem mais doce.
Tentei que distinguisses integralmente um antónimo de um campo lexical, o admitisses que o conseguirias fazer.
Perdi, quando achei que te tinha levado a bom porto.
Também erraste.
Erras sempre que confundes atracção física com sentimentos.
Não são a mesma coisa. Não.
(Sei que te desiludiste.)
A atracção física não cabe nos sentimentos, mas o sentimentos, esses, por sua vez, encaixam-lhe na perfeição.
Não é um beco sem saída, ainda tens um caminho de volta ao ínicio da rua.
Basta seres o teu avesso.
Não voltes a pensar o que te dá prazer te leva a gostar desmesuradamente das "coisas", gostas das ocasiões, aprendamos a diferenciar.
Concordas agora?!
Mas depois, quando chegares ao tão crítico recomeçar, segue a rota que te ensinei; tu sabes que a aprendeste.
Pega num pedaço de papel, e risca, risca muito. Risca até traçares tudo aquilo que te disse que fingiste não ouvir.
Torna desculpável essa tua selectividade auditiva.
E põe-te a caminho.
Pronto. É fácil. Vês?
Estás na direcção correcta.
Agora?
Agora só tens que fazer o que de melhor sabes; ignorar que existem outras opções, e seguir.
Tu consegues. Sabes porquê?
Da mesma forma que saíste de uma estrada sem retorno, também consegues manter-te numa que acaba com esse teu defeito desenfreadamente irracional que te mata por dentro.
E vive o presente, não projectes demasiado o futuro, senão, não viverás noutro tempo, que não o teu passado.
E se sentires algum vazio nessa caminhada, preenche-o com chocolate, estimula a endorfina, coisa que poucos homens conseguem fazer; E sabes que mais? É bem mais doce.
À espera que chegues a casa,
M.
M.






