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Os olhares falam as palavras que a boca não pronuncia, talvez esse seja afinal o nosso sentido mais apurado.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Reviravolta.

Um beco sem saída é apenas um bom lugar para dar a volta.

domingo, 29 de agosto de 2010

União de reflexo.

Os gigantes são da montanha e os anões são da planície... - Mas o que fazem uns sem os outros ?

domingo, 22 de agosto de 2010

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Rúbrica. Não me contes o Fim - SALT



Crítica - "As cenas de acção não deixam a desejar, sendo extremamente nervosas. O filme só respira quando mostra alguns flashbacks da vida de Salt e do seu conjuge Michael. Enquanto isso, a trama é atropelada e chega ao ponto de ser invariavelmente imprevisível. É uma exibição bastante tensa e extremamente bem desempenhada por Angelina Jolie, actriz principal."

Dia Mundial da Fotografia, 19 de Agosto


"A fotografia, antes de tudo é um testemunho. Quando se aponta a câmara para algum objecto ou sujeito, constrói-se um significado, faz-se uma escolha, selecciona-se um tema e conta-se uma história, cabe a nós, espectadores, o imenso desafio de lê-las."
por Ivan Lima

É através da fotografia que os instantes se deixam ver tal como são.

Objectiva real.

Tenho vivido tudo intensamente - a vida e o mundo.
Tenho o coração quente e os planos desalinhados. Tenho sorrisos novos e reconquistados.
Tenho uma espécie de felicidade branca e calma nos ombros.
Havia tanto para dizer, tanto mais que queria entender, ainda mais coisas que queria que a vida fosse capaz de me explicar, mas rio de tudo isso.
Do insano ao normal deve haver alguma palavra que dê sentido à falta de sentido que nos une.
Mas não interessa, "as coisas são mais fáceis se não lhes dermos nome".

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

No answers.

Ama-te primeiro. Não prometas o mundo a alguém se não sabes o teu lugar nele.
E atenção às palavras. Essas andam de mão dada com a farsa e caem nesse abismo que nos tira o fôlego que é a ambiguidade, os males-entendidos. Esta é importante: cuidado com as palavras. Há as que são muito pesadas, deixa-as para quem as conseguir carregar.


Sempre.
Quero-te.
Nunca.
Amor.

Vê como são grandes. À sua imagem, a desilusão vem sempre em ponto catastrófico. Vê-te pequeno, nelas. Procura saber, no mais íntimo de ti, se as queres mesmo dizer. Se as sentes, de certeza.
E não te esqueças da relatividade das certezas. Hoje estou convicta disto, talvez amanhã já não esteja assim tanto.

Aprendi a entregar-me aos labirintos nos quais me aventuro. Despida do mapa que indica rotas de fuga, caminho lentamente até chegar no "onde", sem pressa, e a encarar o "quando" sem medo.